Dentro da Game Room para o início da época (1 de 4)

Em quatro partes, apresento aqui quais os pontos mais importantes (na minha opinião, claro) para cada equipa na Liga

Hoje AFC Norte e Este

Baltimore: Os Ravens com Joe Flacco estão com 49 vitórias e 24 derrotas (49-24). No entanto, títulos “nem vê-los”. Duas derrotas em finais de conferência, duas derrotas na ronda divisional e Flacco tem um pedestre recorde de 5-4 durante os playoffs. Parece que a equipa não consegue jogar o seu melhor quando mais está em jogo. Poderá o problema estar nos treinadores? Tanto Harbaugh como Cameron parece terem as melhoras escolhas nos piores momentos. Não ajuda que a defesa esteja a ficar mais velha, e incluindo as lesões de Suggs e um baixar de forma de Reed e de Lewis.

Cincinnati: Numa divisão das mais difíceis da AFC, terão de ser competitivos contra os Steelers e os Ravens para poderem aceder a um wild-card. Apesar do entusiasmo de um segundo ano da ligação Dalton-Green, os Bengals continuam a não apostar no sucesso imediato da equipa. Para esta época, a família Brown (dona dos Bengals) meteu no “bolso” 16 milhões de dólares, uma vez que só para o ano é que começa a obrigatoriedade de gastar um plafond de dinheiro mínimo. Assim parece que os Bengals (a família) vão continuar com a mesma “política” de perder, mas perder “baratinho”.

Cleveland: O que dizer? Tradição de perder. Desorganização no front office. Treinadores novos todos os anos (a última vez que esta equipa teve um treinador com um recorde positivo de vitórias e derrotas foi Marty Schottenheimer em 1988). Equipa sem vedetas. Um QB novo (mas velho). Um RB que se lesionou logo. Receivers desconhecidos. Defesa pedestre. Poderão ganhar dois jogos?

Pittsburgh: Em 2011 foram a melhor equipa na defesa de toda a Liga. No jogo do Wild-Card em Denver deram 447 jardas em ataque aos Broncos (incluindo uma jogada para 80 jardas e TD no prolongamento) que tinham como QB…Tim Tebow. O esforço neste momento é tentar rejuvenescer a defesa, e ter as estrelas no ataque “contentes”, Big Ben com a possibilidade de continuar a fazer coisas à Big Ben, Wallace com os bolsos cheios e Brown à solta no campo.

___________________________

Buffalo: Com a adição de Mario Williams, que tem 53 sacks (derrubar o quarterback com posse de bola), os Bills ficam mais fortes na defesa. Faz 11 anos que a equipa do norte do estado de New York não vai aos playoffs. Terão de contar com um Ryan Fitzpatrick (18-33 como titular), que lançou para 23 interceções o ano passado. Vince Young podia ser uma solução no caso de Fitpatrick não conseguir agarrar o lugar, mas Young  não joga de uma forma consistente desde 2009 e isso levou a que fosse dispensado da equipa. Tarvaris Jackson foi a solução encontrada para substituir Fitzpatrick no caso de algum azar com uma lesão ao QB titular, no entanto Jackson nunca se conseguiu afirmar como QB em Seattle…

New York: A estatística mais interessante do ano passado, os Jets estiveram 0-5 em jogos contra equipas que chegaram aos playoffs. A equipa parece totalmente disfuncional este ano. Se eu começar a falar do Rex Ryan a cabeça do Charles Brito pode explodir. O “circo” Tebow é tudo menos benéfico para uma equipa onde já existem problemas de balneário “a mais”. A pre-season foi um desastre. Os fãs da equipa são impiedosos e pouco pacientes, e a imprensa de Nova York “deve estar a bater palmas”. Se a equipa não chegar ao Super Bowl, preparem-se para uma “limpeza” digna dos Sopranos.

Miami: O futuro é “agora”! Ryan Tannehill parece querer ser o QB que Miami está à espera desde Marino. Mas para isso, é preciso que a linha ofensiva o consiga proteger. Três escolhas de draft em primeira e segunda ronda foram em jogadores da linha ofensiva. O ano passado permitiram 52 sacks, próximo do pior da Liga. Isso terá de mudar. Uma vantagem é que o coordenador ofensivo é Mike Sherman, que já treinou Tannehill na Universidade. E deve saber que a namorada dele o deve querer em casa “composto” (ou pelo menos o máximo possível).

New England: Para este ano há a novidade de haver um coordenador defensivo novo na equipa, Matt Patricia, que faz com que o Bill Belichick se tenha…despromovido a si mesmo. Mas no entanto, não parecem ser as falhas na defesa que complicam a vida aos Patriots: o ano passado a equipa permitiu 79 jogadas para 20 ou mais jardas, o pior na Liga. No entanto, excelente jogo nas linhas, uma ligação QB-TE’s que promete ser histórica e um número de turnovers muito mais favorável aos Patriots parecem equilibrar as coisas. Os Patriots não têm escolhas extra para 2013, para além de terem negociado a quinta e sexta escolha para este mesmo draft. Depois de anos de “colecionar” escolhas de Draft, parece que Belichick quer apostar tudo em mais uma vitória com Tom Brady.

Advertisements

2 comments on “Dentro da Game Room para o início da época (1 de 4)

  1. NY jets vao ser campeoes este ano !!!! Aposto que nem os meus NE Patriots vão tantos headlines na imprensa. Gostaria muito de ver os Patriots outra vez no SB 47, mas para perder,mais vale não ir!!! Meu coração já não aguenta….
    Abraço
    VL

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s