Dentro da Game Room para a semana 10 (2012)

Nesta semana, no Dentro da Game Room, quando os traumatismos cranianos são as “estrelas” do jogo.

Neste domingo a bola de jogo vai para…os traumatismos cranianos. Duas equipas em competição (directa, diga-se) para o melhor registo da NFC, San Francisco e Chicago perderam os seus quarterbacks (QB’s) devido a traumatismos no crânio. Neste momento não se sabe quanto tempo Jay Cutler (o QB dias Bears) estará de fora, o mesmo para Alex Smith dos 49eras. Cutler recebeu vários golpes na cabeça durante o jogo contra Houston, mas ficou realmente “azamboado” quando foi placado pelo LB de Houston, Tim Dobbins (que, hilariantemente se defendeu perante a imprensa dizendo que Cutler é que veio bater em mim). Alex Smith lesionou-se quando foi placado pelo LB dos Rams, Jo-Lonn Dunbar e sofreu um golpe na parte de trás da cabeça.

Isso significa que um possível segundo lugar na Conferência Nacional na classificação à entrada dos playoffs poderá ser discutida entre… Kaepernick e Jason Campbell.

E se pelo o lado dos 49ers não é preciso haver um grande dramatismo, uma vez que o jogo em ataque da corrida e baseado na corrida com Gore e passes curos para o Davis, já Chicago tem muito investido no jogo pelo ar para Brandon Marshal. A juntar a isso, Kaepernick tem mostrado rasgos de bom jogo, principalmente em formações ofensivas mais baseadas na sua capacidade de correr com a bola. Quando a Campbell, tem estado um pouco “esquecido” desde que se magoou o ano passado quando jogava pelos Raiders, mas sem a capacidade de contar com Caleb Hanie, neste momento representa a melhor opção para os Bears. Precisará de ganhar ritmo de jogo, e principalmente passar uma semana a treinar com a equipa principal.

Já o 3º QB a sair do jogo foi Michael Vick dos Eagles. Vick foi placado pelo LB de Dallas, Alex Albright depois de um passe. Quando Vick contactou o relvado, aparentemente o embate do capacete fez o QB perder a visão momentaneamente, o que é um dos sintomas de traumatismo craniano.

Se ao contrário das duas equipas anteriores uma derrota não faria muita diferença, os de Filadélfia lutavam pela época, uma vez que uma derrota contra os Cowboys, basicamente significaria que as preocupações com os Eagles para a posição de QB (e de treinador principal) já são outras, mais no estilo “como é que vai ser para o ano?”. E “para o ano”, é “já”, Nick Foles. Escolhido na terceira ronda do draft, teve uma muito boa pré época, começando a encantar alguns dos fãs e dos analistas, principalmente numa cidade como Filadélfia, onde os adeptos e a imprensa é muito pouco paciente com insucesso. No entanto, jogar na pré época significa ter pela frente jogadores que não serão ultimamente os titulares, assim como esquemas defensivos experimentais, ou jogadores a tentarem não se magoar.

Agora vai ter de se preparar para jogar a 200 km/h, ainda mais com uma linha ofensiva que deixa muito a desejar. Para além disso saberá qual o “peso” de substituir Vick, e de tentar “salvar” o lugar de Andy Reid. Se ele continuar a sua progressão (o jogo contra Dallas não foi bom, mas que esperar de um jogador de primeiro ano que entra no jogo “a frio”, e ainda por cima contra uns Cowboys em “modo desespero”) poderá ser uma opção para os Eagles a longo prazo.

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