Dentro da Game Room para a semana 17 (2012)

Nesta semana, no Dentro da Game Room, quando ser bom QB não chega

Tony Romo tinha este domingo uma oportunidade excelente para se livrar de uma “nuvem” que paira por cima de si, assim como finalmente conseguir mostrar como errados os críticos que acham que ele não irá conseguir levar os Cowboys ao Super Bowl.

E novamente, ficamos (os fãs dos Cowboys e todos aqueles que não querem ver Tony Romo a ficar sempre aquém do talento que se percebe que tem) com um “gosto amargo” na boca.

tony

No quarto período de um jogo que era obrigatório ganhar para passar aos playoffs, Tony fez um pequeno passe em “balão” para DeMarco Muray, e Rob Jackson dos Redskins estava lá, para entrar na lista de momentos onde Romo é o único responsável por uma derrota dos Cowboys no pior momento possível

E não é que tivesse sido a primeira interceção (INT) do jogo, Tony já tinha passado a bola para a defesa de Washington por duas vezes, uma delas à beira de marcar pontos. Tony passou para 3 INT, tantas neste jogo como nos últimos oito, e podia ter tido uma quarta, se London Fletcher não deixa cair uma bola de uma forma inacreditável.

Mas aquando dessa INT, os Cowboys estavam a perder por 3 pontos, depois de um touchdown (TD) e da defesa ter parado RG3 e Morris. Com os fãs dos Redskins à espera do pior, e com um ataque de Dallas que parecia finalmente estar afinado…Tony novamente deu “o ouro ao bandido”.

Parece que no momento onde um dos melhores quarterbacks (QB) da Liga tem a oportunidade de mostrar a toda a NFL que isso é verdade, é quando Tony faz o erro infantil, ou a má leitura da defesa, ou coloca a bola nas mãos do adversário.

O que antes podia ser considerado como impensável, neste momento é discutido abertamente. Tão abertamente que novamente Jerry Jones, o dono da equipa e Jason Garrett, o treinador principal (por agora) tiveram de vir novamente dizer que Romo é o QB de futuro da organização.
É verdade que Romo tem a produtividade de um Drew Brees ou de um Aaron Rodgers, mas falha quando, na ausência de ajuda, não consegue “carregar” a equipa às costas. No jogo deste domingo, Dez Bryant não estava no seu melhor, assim como Miles Austin. O jogo em corrida é razoável mas não faz diferença, e quando Romo tem de conseguir o seu melhor desempenho para colmatar essas falhas é quando os seus erros ainda são mais exasperantes.

Pode ser que o destino de Romo seja ser considerado com um QB capaz de grandes feitos quando a pressão não está ao máximo e que falha repetitivamente quando o momento é das grandes decisões. Os Cowboys estão 1 vitória e 6 derrotas quando a equipa de Dallas tem “win or go home”, ou seja, jogos a eliminar, e 0-3 quando a equipa pode ganhar um jogo na época regular que podia dar acesso aos playoffs.

Tony ainda tem tempo para mudar o seu legado, mas não muito mais.

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2 comments on “Dentro da Game Room para a semana 17 (2012)

  1. Tony Romo, para mim, nunca foi um Quarterback capaz de levar Dallas ao SuperBowl.
    Ora faz um jogo isenta de erros, capaz de fazer maravilhas, como foi o jogo do Kick Off frente aos Giants, assim como jogos a roçar o medíocre. A falta de opções no ataque poderá ser uma desculpa, embora não dá o direito ao Romo entregar as bolas ao adversário.

    Esta época, Romo não poderá queixar pela falta de armas, Dez Bryant, Miles Austin, Jason Witten ( bateu o record de jardas recebidas por um TE), assim como o DeMarco Murray para ajudar a pressão do braço. Acho que as decisão é que não foram mais acertadas por parte do coordenador ofensivo e do próprio quarterback mas não há justificação de meter a bola no adversário, sabendo que mais para o fim da época regular, o jogo tornar monótono, Tony Romo – Dez Bryant.

    P.S:
    Estava a escrever isto e o Ricardo Silvestre aparecer na TV no jornal da SIC, mas que grande ATEU! Faltou falar do futebol americano e da fé dos teus Dallas Cowboys ganharem a SuperBowl!

    Abraço e continuação de um bom trabalho!

    • Ele também já foi ás tardes da Júlia há uns anos ahah. Mas é assim mesmo há que defender aquilo em em que acreditamos ou não.

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