Dentro da Press Room para o Super Bowl (rescaldo)

press room

Nesta semana, no Dentro da Game Room, uma nova rubrica sobre os temas do Super Bowl.

A semana do Super Bowl foi, mais uma vez, movimentada com vários assuntos que foram aparecendo e que levaram a que “muita tinta” (ou muitos bits em computadores) corressem.

Aqui ficam alguns dos mais memoráveis.

Chris Culliver. O cornerback (CB) dos 49ers causou um momento de desconforto quando disse que não se via a jogar na mesma equipa com um jogador homossexual. Imediatamente as criticas vieram de todos os lados o que fez com que a organização dos 49ers emitisse um comunicado a dizer que não se identificava nas palavras do seu jogador, e o próprio Culliver teve de emitir um pedido de desculpas e uma retração daquilo que tinha dito. A questão e uma jogador da NFL se assumir como gay continua a ser um dos tópicos sensíveis na NFL.

Randy Moss disse que era o “maior reciever de sempre da Liga”. Na necessidade de chamar a atenção num Super Bowl que tinha muitas narrativas a acontecerem ao mesmo tempo… as vezes mais vale a pena não dizer coisas absurdas. Um tal de Jerry Rice é quem domina a história da Liga nessa posição em jardas ganhas em passe, receções de passes e touchdowns em passe. Foi três vezes campeão e uma dessas vezes MVP do Super Bowl. Moss ainda não ganhou um título.

Ray Lewis viu-se numa situação onde alegações sobre o uso de substâncias dopantes para recuperar da sua lesão no tríceps fez quase a NFL  “explodir”. Um tal de Mitch Ross, dono de uma empresa chamada Sports with Alternatives to Steroids disse à revista Sports Illustrated que tinha falado com Lewis e que este tinha pedido a Ross para lhe der dado uma substância para acelerar a recuperação. No entanto esta substância tinha uma hormona que é proibida pela NFL. Nos USA onde se é inocente até prova em culpado, Lewis negou sempre essa insinuação e agora com o Super Bowl, vamos ver qual será o fallout desta questão.

Roger Goodell, o Comissão da Liga disse que “absolutamente” acredita que a NFL vai existir daqui a 30 anos. Roger disse também que “claro” que deixaria o seu filho jogar futebol Americano, uma clara “resposta” à preocupação, expressa até pelo Presidente dos USA, de o jogo estar a tornar-se demasiado perigoso para os jovens.

Das muitas apostas (algo tolas, mas muito divertidas) que são oferecidas no dia do Super Bowl, uma delas era se o aperto de mão entre os manos Harbaugh no final do jogo iria demorar mais de 7.5 segundos. Demorou claramente menos que isso, com John (o mais velho e vencedor) a dizer ao seu irmão que “o adorava”, enquanto Jim respondeu “parabéns, estou orgulhoso de ti”. Jim pode, de qualquer forma, dizer no próximo jantar de família, que merecia ele ter sido o treinador vencedor, se não fosse umas decisões mais discutíveis por parte dos árbitros.

harbaugh bros

Como escrevi aqui, a energia para alimentar o Superdome e outras instalações contíguas era na ordem dos 4,600 MW, o suficiente para alimentar 1.2 milhões de casas num ano em Ontario, Canada. No maior palco do mundo do desporto moderno, nem de propósito, “faltou a luz”. A empresa responsável pelo fornecimento da energia, Entergy, disse que a razão para as luzes se terem apagado foi devido “a um equipamento que monitoriza a carga elétrica ter detetado uma anormalidade, cortando a corrente. Durante 34 minutos apenas as luzes de segurança estavam ligadas.

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