Ups and down para a 2 semana de Abril (versão U.K.)

“Up and Downs” para a segunda semana de Abril

Em alta

Lawrence Okoye: O antigo jogador de rugby e atleta olímpico de lançamento do disco, e inglês (a parte mais importante para nós, europeus, claro) conseguiu no NFL Super Regional Combine em Dallas registos de 4.78 segundos no 40-yard dash (36.6metros) e 35-inch (88.9 centímetros) no salto vertical. Ficou assim mais perto de ser escolhido no draft, e cumprir um sonho que tem de ser profissional na NFL. E assim termos mais um jogador europeu na Liga. O “único” problema…é ele não ter nenhuma experiência no jogo. Vamos ver o quanto se pode aprender a jogar em pouco tempo.

oke

São Francisco: Os 49ers renovaram com o right tackle (RT) Anthony Davis para um contrato de 5 anos, 37 milhões, sendo que 17 milhões são garantidos. Esta decisão vai na linha de uma aposta por parta da organização que quer continuar a apostar na consolidação de novos talentos escolhidos pelos 49ers no draft tal como o guarda (G) Mike Iupati, QB Colin Kaepernick, e wide receiver (WR) Michael Crabtree.

Patrick Peterson: Depois de um coro de protestos sobre a nova regra para a proibição do uso do capacete fora da “tackle box” como uma “arma” (principalmente por parte de running backs), Patrick Peterson, o muito conceituado defensive back (DB) dos Cardinals mostrou-se muito favorável à nova regra, assim como elogiou o Comissário Godell pela ideia. “O jogo mudou e eu acredito que o Comissário está a mudar o jogo para melhor.” É bom que haja mais jogadores a sair em defesa da regra, para esta se tornar mais aceite e assim se proteger ainda mais os jogadores (mesmo contra a vontade destes).

Kevin Kolb: Na sua primeira conferência de imprensa como (futuro) quarterback (QB) dos Bills, Kevin Kolb disse que um dos seus objectivos é ganhar o Super Bowl. “Eu estou aqui para ganhar um Super Bowl, ponto final”. Os Bills não vão aos playoffs desde 1999, o que, na opinião de Kolb é uma vantagem, pois é “uma organização com fome de vencer” e o que pode ser verdade. E fica bem a Kolb mostrar que determina objectivos para si e para a Organização de ”alto nível”.

Em baixa

Kevin Kolb: Na sua primeira conferência de imprensa como (futuro) quarterback (QB) dos Bills, Kevin Kolb disse que um dos seus objectivos é ganhar o Super Bowl. “Eu estou aqui para ganhar um Super Bowl, ponto final”. Os Bills não vão aos playoffs desde 1999, o que mosttra o quanto a Organização tem sido disfuncional na última década e meio e Kolb dizer que quer ganhar o Super Bowl em Buffalo fica-lhe bem, mas é totalmente irrealista.

Rob Gronkowski: Pode precisar de outra cirurgia no seu antebraço, o que leva a que o tight end falhe o início da época. De acordo com “múltiplas fontes familiarizadas com a situação” (segundo o Boston Herald) Rob está a “combater uma inflamação teimosa” na área onde foi colocada a segunda placa de metal para ajudar a estabilizar o braço partido. Numa perspetiva mais clínica, quando as inflamações se tornam recorrentes, fica cada vez mais difícil fazer com que sejam curadas de uma forma definitiva, podendo até se tornarem em inflamações crónicas, o que causa que haja dores, mas principalmente que a zona inflamada nunca recupere totalmente a sua função. Um assunto a seguir para os fãs dos Patriots e adeptos de danças em discotecas.

Material tóxico na NFL: As coisas continuam a piorar para o “profeta da pele de porco”. Soube-se há pouco tempo que os Seattle mostraram algum interesse em adquirir Tebow para a Organização, uma vez que o futuro de Tim nos Jets é jogar duas jogadas pro jogo e nuam formação wild cat. Segundo o Seattle Times, se algum interesse houve por parte do general manager, muito rapidamente foi “abandonada” a ideia: o estatuto de Russel Wilson deve ter pesado e este não deve ter gostado da ideia de haver um circo mediático por causa da posição de quarterback. Se assim é, Tebow tornou-se agora um “artigo tóxico”, uma vez que, qualquer equipa que possa considerar “o messias dos relvados” vai ter o QB titular a “vetar” a ideia…a não ser que seja Jacksonville.

Más vizinhanças: A equipa de Baltimore de baseball, os Orioles queriam homenagear os Ravens (que basicamente jogam “do outro lado da rua” do Camden Yards que é o estádios dos O’s) no dia da abertura da Liga MLB (a Major League of Baseball). Parece ser uma iniciativa simpática por parte dos donos dos Orioles…no entanto, nenhum dos jogadores dos Ravens apareceu para a cerimónia!! Na justificação por parte dos Ravens “todos os jogadores que foram convidados tinham outros compromissos inadiáveis”. Algumas pessoas mais cínicas podem é dizer que, numa cidade onde o baseball foi “rei” durante tantos anos, aqueles que têm trazido títulos para a cidade não querem é andar a dar muita atenção aos “parentes pobres” do desporto em Baltimore.

Expectativas frustradas: Os Seatlle Seahawks convidaram Matt Leinart, Brady Quinn, Seneca Wallace e Tyler Thigpen para escolherem um suplente para Russel Wilson. Não é tanto isso que me interessa nesta notícia. O que despertou a atenção é que, destes quatro, dois são antigas escolhas na primeira ronda do draft (Leinart 10ª escolha e e Quinn 22ª). Como é que estes dois jogadores nunca se terem conseguido afirmar na Liga é motivo para um post só sobre isso. Ambos prometiam muito quando saíram da Universidade, e ambos se tornaram em “segundas (ou terceiras) escolhas” tornando-se jogadores itinerantes á “espera de uma oportunidade”. Curiosamente, estes dois foram atletas sob o comando de Pete Carrol (o treinador dos Seahawks) na Universidade da Califórnia do Sul. Imaginem a conversa que Carrol vai ter com um deles quando for dito a este que “obrigado, ma ficamos com o outro).

Keep your mouth shut: O cornerback (CB) Aaron Ross, depois de ter passado cinco anos em Nova York, esteve o ano passado em Jacksonville. Este ano voltou novamente a Nova York e quando questionado sobre o ano no norte da Flórida disse que “foram umas boas férias pagas”. Ross foi oferecido 15.3 milhões por três anos e dispensado ao final do primeiro ano. Quando confrontado com as suas declarações, Ross disse que “Jacksonville tratou-me a mim e à minha esposa com o máximo de respeito. A única razão de eu ter dito o que disse foi porque estar em Jacksonville parece que “foram umas férias”, uma vez que saí de NY para voltar novamente à equipa este ano”. Pois… look, certas vezes é melhor não dizer nada do que estar a tentar ser engraçadinho. Claro que toda a gente pensa que ir jogar nos Jaguars é como “ir de férias”, mas certas coisas não se dizem ao microfone.

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One comment on “Ups and down para a 2 semana de Abril (versão U.K.)

  1. Nos “ups” é salutar a presença de mais um europeu a tentar a sua sorte no competitivo mundo da NFL. Vamos ter também o Magnus Hunt (estoniano) e já lá temos o Vollmer (alemão) e o Karkus Kuhn (igualmente alemão) no contingente europeu. Os 49ers são uma equipa em crescendo (para mim a melhor, nos últimos 2 anos, mesmo não tendo sido premiados com o SB) e mantêm a OL intacta. O Anthony Davis é novo, vem de dois óptimos anos e tem provado que os prognósticos do tempo do College (que ele fez questão de referir no twitter, apontando o dedo do head coach Greg Schiano) não tinham razão de ser.

    Nos downs, o Kolb entra e logo com uma declaração bombástica. O homem passou-se:) Tenho alguma simpatia pela franquia, mas a dimensão diminuta do mercado em Buffalo impede a equipa de crescer de forma sustentada. Estive a analisar os últimos 10 anos de draft e, com a pick de 1º round, eles foram sempre (ou quase) competentes. O problema depois é manterem lá os jogadores. Nos últimos 3 anos conseguiram o Stephen Gilmore, o Marcell Dareus e o CJ Spiller. Tudo bons prospects e com qualidade acima da média. Exceptuando o Aaron Maybin, eles conseguiram também o Willis McGahee, o Marshawn Lynch e o Donte Whitner. Estes 3, na 1ª oportunidade, puseram-se ao “fresco”. O problema é mesmo esse. Conseguirem que os atletas de top sintam empatia com o projecto. Isso não mudará enquanto a equipa continuar a ser inconsistente.
    O Gronk tem uma ética de trabalho algo questionável. Logicamente aquela aura de super-atleta, idolatrado por milhões, pode levar a alguma excentricidade no comportament, sobretudo num jovem. Bon vivant (ainda recordo as fotos dele com Bibi Jones, performer de filmes para adultos), não ajuda muito a debelar a lesão ao entrar em festas contínuas e espectáculos amadores de wrestling. Tenho curiosidade em saber em que ponto de recuperação física está o Jake Ballard, que pode bem ser usado como complemento com o Hernandez, enquanto o Gronk não cura a lesão.
    Em relação ao Tebow eu já estou vacinado. Gosto dele. Aliás, fã hardcore, desde os tempos dos Gators. Tenho pena que, infelizmente, a vida profissional tenha levado uma volta tão radical. Sinceramente, penso que ele merecia algo mais. Se não o papel de protagonista (mesmo numa liga onde tipos como o Mark Sanchez ou o Blaine Gabbert conseguem ser titulares) pelo menos de backup numa equipa que o levasse a sério e não fizesse da sua contratação um freak show. Julgo que ele encaixaria bem em S.Francisco ou Seattle. A read-option, que é usada muito em ambos os clubes, encaixa-se nas características físicas dele e poderia sder uma aposta válida (volto a referir, como backup). Aliás, nas mãos do Jim Harbaugh, julgo que a carreira dele (sobretudo a forma errática e pouco precisa como lança) poderia ser salva. Infelizmente isso não aconteceu e os Seahawks preferem que a franquia fique nas mãos do Brady (arghhh) Quinn, em caso de lesão do Wilson, do que no Tebow. Opções.
    Em relação às expectativas frustradas, o Matt Leinart é mesmo um case study. Ele, para além de vir de USC, ainda veio aureolado com o Heisman Trophy. Mas não é caso único. O Pat White, que julgo foi pick nº 1 (ou andou lá perto) também desapareceu num instante. E do JaMarcus Russell é melhor nem falar…
    A guerra fria em Baltimore relega para 2º plano a tensão entre as Coreias:)

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