Triptico do NFLemPT para a 2ª semana de Agosto

We’re back and we’re bad!

Bem, pelo menos estamos de volta.

Agora que já estamos em Agosto, vamos deixar aqui um artigo semanal com as nossas considerações (Ricardo, Charles e Pedro) sobre alguns dos assuntos “quentes” da Liga (esperemos que Agosto seja de calor)

; )

As vossas opiniões também contam.

trip (1)

Charles Brito:

As lesões nos treinos de Pré-época…
Treinos demasiado intensos ou jogadores mal preparados?

Começou a pré-época e começaram as lesões…
Percy Harvin, Brian Bulaga, Dennis Pitta, Jeremy Maclin, Dan Koppen entre outros, integram a lista de jogadores que ainda sem começar a Liga, enfrentam lesões que os impedirão de jogar a maior parte dos jogos, ou todos, em 2013…

Todos sabem que a NFL é um desporto de contacto, onde as lesões são uma constante, no entanto, os treinadores podem fazer alguma coisa para impedir / prever lesões?

Cautela ou intensidade?

Há 2 anos, Todd Haley pôs os Chiefs a treinar com regras de “Two hands touch”, ou seja, sem placagens, onde tocar com ambas as mãos no adversário era o equivalente de um “tackle”… A equipa, miseravelmente, iniciou a época completamente mal preparada!

Na última época, Romeo Crennel, trocou o “Two hands” pelo “Hugging”, onde o “abraço” era o equivalente do “tackle”… A equipa, escolheu em 1º lugar no Draft!
Agora, Reid, como sempre fez, ordenou o regresso ao tackle… Football sem tackle, é como Futebol sem fintas… Não é a mesma coisa!

Alguns veteranos (Sean Smith, neste caso) da equipa, pouco habituados perguntaram-se: “Devo fazer um tackle ao Jamaal Charles quando ele vem a toda a velocidade?”
A resposta foi curta, concisa e directa: “Sim! Quem não sabe fazer um tackle não pode ser Corner (a posição de Smith), e quem não pode sofrer uns bons tackles, não pode ser RB (posição de Charles)!

A verdade é que Pete Caroll, Mike McCarthy, John Harbaugh, Chip Kelly e John Fox entre outros, prefeririam não ter perdido estes jogadores!

Pescadinha de rabo na boca…
Intensidade vs Segurança…

Pedro Viana:

Neste caso, eu acho que os treinadores nunca deverão evitar os tackles durante o training camp. Uma defesa que não sabe placar, condena a sua equipa ao insucesso e como tal é necessário a defesa durante o training camp voltar à forma que é necessária ter durante a época regular, e depois de tantos meses sem contacto (sem placar), é muito útil que no training camp os defesas o voltem a treinar. No entanto há que lembrar que nem todas as lesões ocorrem quando os jogadores sofrem placagens ou quando há contacto físico (por ex: os jogadores da linha de ataque geralmente não são placados e também sofrem lesões), pois existem vários jogadores que se lesionam sozinhos. Podemos dizer que é uma questão de azar ou sorte, pois uma lesão pode acontecer a qualquer um, pode ser devida a um gesto técnico mal efectuado, ou até pode ser devida à má preparação física de um jogador à chegada ao training camp.

A verdade é que, os factores que podem potenciar a ocorrência de lesões são muitos, e que o futebol americano é um desporto de contacto, como tal, andar aos abraços ou toques com duas mãos nos treinos mais importantes de preparação para a nova época, não será a melhor maneira de apurar tecnicamente a equipa. Por isso, cabe aos treinadores delinearem os melhores esquemas e planos de modo a minimizar a possibilidade de ocorrência de lesões, mas na minha opinião não devem adoptar uma posição demasiado “soft” nem demasiado militarista como é apanágio de vários treinadores que tornam os training camps em autênticas experiências “aterrorizadoras” para os jogadores. Como em tudo na vida, acho que o bom senso deve imperar e deve-se conseguir obter um meio termo ou equilíbrio entre segurança dos jogadores e intensidade dos treinos, em suma, os treinadores devem saber tomar conta dos seus jogadores, como é costume dizer-se na NFL.

Ricardo Silvestre:

Esta pergunta do Charles faz-me pensar na famosa frase de Benjamin Franklin “Those Who Sacrifice Liberty For Security Deserve Neither”. Bem sei que não é a mesma coisa, mas eu escrevi que me “faz lembrar” ; )

Mas este compromisso entre intensidade e segurança segue moldes parecidos. Se os jogadores jogarem a “meio-gás” não estão no seu melhor quando a época começar, e com isso a equipa vai se ressentir no seu todo. Mas por outro lado, estes jogadores valem muitos milhões de dólares, para além de serem peças importantes tanto na defesa como no ataque (como o Charles bem menciona).

E estas lesões são ainda nos treinos, porque depois há o historial de lesões nos jogos de pré época, onde os treinadores ficam com os cabelos brancos quando os jogadores mais importantes andam a alterar a sua forma de jogar para não se lesionarem, ou então não jogam de todo e depois começam a época sem ritmo competitivo. Já este fim de semana bem vimos o Tony Romo (alerta para os leitores, vou falar dos Dallas Cowboys) a patrulhar as linhas laterais, uma vez que Garrett decidiu não o por a jogar por “precaução”.

Tem de se encontrar um meio-termo. Os jogadores não são feitos de barro, mas o corpo humano tem as suas fragilidades. Mas desde que a lesão também não seja por se escorregar (for crying out loud), esta é uma realidade que as organizações têm que se confrontar.

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Ricardo Silvestre:

Não pode ser é as duas coisas

Como já escrevi aqui e disse aqui, cada vez mais a Liga está a tentar diminuir a incidência de traumatismos cranianos com novas regras que visam diminuir o risco em que os jogadores se encontram por, bem… por jogarem futebol Americano. Uma das novas regras a ser implementada já este ano é não se poder usar o “topo do capacete” quando tanto um jogador atacante como defensivo se encontra fora da “caixa”, nomeadamente um quadrado imaginário onde se encontram os jogadores da linha defensiva e ofensiva. Ou seja, em “campo aberto”, os jogadores não podem baixar a cabeça antes de iniciar contacto com o adversário. As reacções a esta iniciativa não se fizeram esperar, e houve logo quem, num assumo de histeria ridícula, dissesse que a NFL se vai tornar numa flag football league.

Mas houve algo que me despertou a atenção. Eric Dickerson, antigo jogador dos Rams, e Hall of Famer inclusivamente, é um dos queixosos contra a NFL, por “negligência” de não ter protegido os jogadores durante anos para evitar traumatismos cranianos.

eric

Ok, é um direito que lhe assiste, e se for provado em tribunal que a NFL agiu de má-fé, acho que devem ser compensados. Aliás, eu como fisiologista do exercício, incomoda-me especialmente que se coloquem pessoas em risco para entretenimento das “massas” (boxe, MMA), quando a nossa biologia e composição corporal é tão vulnerável a danos físicos que podem causar problemas gravíssimos. Agora, o que não faz sentido é o Sr. Dickerson estar publicamente contra as novas regras (como foi apanhado e muito bem pelo jornalista Alex Marvez da FOX Sports.).

kvech

Das duas uma, ou a NFL é “inconsciente” porque não tentou mudar o jogo para proteger os jogadores, ou então é “consciente” porque anda a tentar mudar o jogo para proteger os jogadores. Não pode ser é “vejam que maus que foram” e agora “vejam como querem destruir o jogo”.

Haja (alguma) coerência.

Charles Brito:

O caso de Eric Dickerson é o caso de muitos jogadores da NFL!
As suas carreiras são curtas, e muitas vezes as suas poupanças são mal geridas…
Todos os jogadores da NFL, sabem que se trata de um desporto de contacto, onde ocorrem imensas lesões…
Logicamente, e se for possível ir buscar uma indemnização ao Seguro, todos voam tipo abutres…

Mohamed Ali / Cassius Clay adorava o Boxe… e o Boxe tornou-o eterno… Não culpou nenhuma das Organizações oficiais (são tantas e eu perco-me nelas) das sequelas que hoje sofre. Não atacou judicialmente nenhum dos Organizadores de eventos, que lhe pagou pequenas fortunas…

Os jogadores de Ténis, sofrem regularmente de artroses, deformações ósseas, e não tenho conhecimento de nenhum processo em tribunal de um jogador(a) contra a ATP, ou a Organização de qualquer Torneio…

Será que os lutadores de MMA vão começar a processar todos os Organizadores de eventos da modalidade?

Não acredito…

Mas a verdade é que a NFL ajuda-os com as teorias de Segurança que poderão tornar o Desporto cada vez menos interessante…

Sejamos realistas! O Football é um desporto violento, e é por isso que os jogadores negoceiam contratos milionários, invocando carreiras curtas e que podem terminar abruptamente… Se fazem isso, é porque sabem que as lesões existem e podem trazer complicações no futuro…

Pedro Viana:

Na minha opinião, este caso trata-se claramente de uma situação em que o Eric Dickerson tinha feito melhor em ter ficado calado, em vez de vir com o argumento de que esta nova regra tira a protecção aos RB’s, ainda por cima sendo ele um dos membros queixosos no processo judicial contra a NFL. Sem entrar em grandes especificidades da nova regra, devido ao facto de os portadores da bola poderem continuar a “entrar” com o topo do capacete dentro da tackle box, continuam a estar protegidos contra adversários de maiores dimensões numa zona onde ocorrem contactos potencialmente mais fortes.

Já no campo aberto, os portadores da bola tendem a encontrar defesas de dimensão igual ou inferior e normalmente em situações em que são eles que trazem a maior velocidade e consequentemente são eles a provocar o impacto nos defesas, o que aí sim pode originar traumatismos cranianos nos adversários. Portanto não se pode estar a reclamar que esta regra tira protecção aos RB’s, ao mesmo tempo que se diz que não faz mal eles provocarem essas lesões nos seus colegas de profissão, ainda por cima quando este tipo de argumento é apresentado por alguém que se queixa de não ter sido devidamente protegido e alertado para este tipo de situações enquanto jogador.

Na minha opinião a NFL deverá fazer todos os possíveis para tornar o desporto mais seguro, mas sem desvirtuar o mesmo (por favor parem com o disparate de querer eliminar os kickoffs…) e os novos jogadores quando entram pela primeira vez na liga deveriam ser informados claramente de todos os riscos e implicações que certas lesões que podem sofrer durante as suas carreiras podem ter na sua vida futura e então, quando conhecedores de todas essas situações, assinariam um termo de responsabilidade (disclaimer) em que afirmariam ter tomado conhecimento de todos os riscos que irão correr durante as suas carreiras.

Desse modo teriam toda a liberdade e legitimidade para negociar os seus contratos milionários, invocando carreiras curtas e que podem terminar abruptamente, sem a possibilidade de no futuro poderem argumentar que eram jovens e que não conheciam as potenciais implicações de certas lesões, uma vez que tudo lhes tinha sido explicitado no inicio das suas carreiras.

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Pedro Viana:

Hall of Fame
Este fim de semana para além de se ter realizado o primeiro jogo de pre-season da época, realizou-se a cerimónia de entrada dos novos membros do Pro Football Hall of Fame – Class of 2013 (aliás foi por causa disso que se realizou o jogo, mas adiante…). Este ano foram conduzidos como novos membros os seguintes jogadores:
Larry Allen – OG dos Dallas Cowboys, nomeado para 11 Pro Bowls (7 dos quais consecutivos) e membro da equipa vencedora do Super Bowl XXX, sendo que também participou como titular em duas finais da conferência NFC. Foi também eleito para a equipa dos melhores jogadores da década de 90 e para a equipa da década de 2000.
Cris Carter – WR dos Minnesota Vikings, nomeado para 8 Pro Bowls e eleito para a equipa dos melhores jogadores da década de 90. Nunca tendo ganho nenhum título a nível colectivo, bateu vários recordes de recepções e jardas ganhas em passe durante a sua carreira, tendo sido um dos WR’s mais produtivos do seu tempo.
Curley Culp – DT dos Kansas City Chiefs e dos Houston Oilers, nomeado para 6 Pro Bowls e membro da equipa vencedora do Super Bowl IV, sendo que também participou como titular em duas finais de conferência AFC (ao serviço dos Oilers). Durante a sua carreira teve um papel preponderante na defesa das equipas onde alinhou (Chiefs e Oilers).
Jonathan Ogden – OT dos Baltimore Ravens, nomeado para 11 Pro Bowls e membro da equipa vencedora do Super Bowl XXXV, sendo que também participou como titular na final da conferência AFC desse ano. Foi também eleito para a equipa dos melhores jogadores da década de 2000.
Bill Parcells – Head Coach dos New York Giants, New England Patriots, New York Jets e Dallas Cowboys, nomeado 2 vezes como treinador do ano da NFL, treinador vencedor do Super Bowl XXI e XXV ao serviço dos Giants e levou os Patriots ao Super Bowl XXXI. Impulsionou também os Dallas Cowboys e New York Jets até aos playoffs, tendo até os Jets chegado à final de conferência da AFC em 1998. Terminou a sua carreira com um recorde de 183 vitórias, 138 derrotass e 1 empate (11-8 nos playoffs).
Dave Robinson – LB dos Green Bay Packers, nomeado para 3 Pro Bowls e membro das equipas vencedoras do Super Bowl I e II, sendo que também participou como titular em 3 vitórias em campeonatos da NFL (pré Super Bowl). Foi também eleito para a equipa dos melhores jogadores da década de 60.
Warren Sapp – DT dos Tampa Bay Buccaneers e Oakland Raiders, nomeado para 7 Pro Bowls e membro da equipa vencedora do Super Bowl XXXVII, sendo que também participou como titular em duas finais da conferência NFC. Foi também eleito para a equipa dos melhores jogadores da década de 90 e para a equipa da década de 2000.
Todos os anos se fala de quem deveria ter sido eleito e não foi, de quem foi eleito e não deveria ter sido, mas eu colocarei a questão de outra maneira, desde jogadores eleitos quem mereceu mais a sua introdução no Pro Football Hall of Fame?
Eu vou defender os Ofensive Linemen nomeados este ano, Larry Allen e Jonathan Ogden, isto porque ambos ajudaram as suas equipas a vencer o jogo mais importante da época pelo menos uma vez, e pela sua forma de jogar tão dominante, definiram novos standards para as suas posições, ao mesmo tempo que permitiram a colegas seus obter recordes em corrida (Emmitt Smith e Jamal Lewis, respectivamente) da mesma forma que protegeram de forma mais do que exemplar os seus QB’s (mais notavelmente Troy Aikman e Trent Dilfer, respectivamente).
Concordam, discordam?

Ricardo Silvestre:

Eu não vou tanto discutir o mérito destes agentes da modalidade terem para entrar no Museu, aliás eu não sou uma das pessoas convidadas para votar em que entra no Hall of Fame, como tal, what do I know, mas gostava de expressar aqui o meu desagrado pelas carreiras pós jogo que alguns destes senhores têm.

Chris Carter é impossível de ver no Sunday NFL Countdown. É excruciante. Não é que eu seja um grande fã do modelo de programa “toda a gente tem que dizer alguma coisa sobre tudo-mesmo que não acrescente nada ao que já foi dito” a juntar a uma pitada de “vejam o quão divertido eu sou-e reparem como os meus colegas de painel se esforçam para rirem daquilo que eu disse”, mas o Chris Carter consegue levar as coisas ainda a um pior nível. Há ali um misto de arrogância, provincialismo e insegurança que é “cringeworthy”. Faz-me, ou cortar o som, ou mudar de canal (isto quando tínhamos a ESPN America, claro!!).

Do outro lado da escala temos um Bill Parcells. Seco, condescendente, monocórdico, austero. É um daqueles “erros de casting”, onde se escolhe um actor veterano para fazer um papel que não lhe encaixa totalmente. Parcells é um homem da vídeo room, das salas de treino, do cheiro a relva cortada. Não é alguém para estar a esforçar-se para olhar para a câmara, quando claramente isso é penoso para ele. Ou se transforma num Gruden, ou tenta se transformar no novo John Madden.

E o Sapp então…urgh. É o contrário do Parcells. Pensa que é muito fotogénico e que fica muito bem de maquilhagem. Acha que tem sempre coisas pertinentes para dizer e que a sua “personalidade” é suficiente para o fazer interessante. Ganha 45.000 dólares por mês para dizer baboseiras tanto no NFL Total Access como no NFL GameDay Morning, e apesar disso declarou falência, chegando inclusive a dizer ao IRS que “não sabia” do seu anel de campeão Universitário com a Universidade de Miami e do seu anel de campeão da NFL com os Bucs. Vamos a ver se ele, desta vez, não perde de vista o seu golden jacket.

Charles Brito:

Mais um ano, e mais uma fornada de jogadores que se tornaram imortais…

Ao contrário de anos anteriores, não houve nenhum discurso que me levasse ao “frisson”, talvez por estarmos já habituados às “palhaçadas” de Carter e Sapp todos os Domingos, ao tom monocórdico de Parcells, e à grande falta de conhecimento sobre os outros jogadores, de Eras mais distantes…

Os 3 membros já referidos, foram os que “mais” acompanhei, sendo que qualquer um deles tiveram passagens pela NFL algo controversas. Sapp era um “dirty” player que dominava as OL’s adversárias e provocava o Caos… Mas fora dos relvados era desrespeituoso, arrogante, mesquinho… Um jogador com o qual, naturalmente, não me identificava!
Carter, formou juntamente com Randy Moss, nos Vikings, uma das melhores duplas de WR’s que já alguma vez existiu na NFL. Não tendo sido uma “Prima Dona” como os seus contemporâneos (Moss, Owens…) Carter tinha tanto de genialidade no campo, como de controverso fora dele (violação das regras da Faculdade que frequentou, levando-o a candidatar-se ao Suplemental Draft, e suspensões na NFL por uso de Drogas).
Parcells foi um dos melhores treinadores da sua época (e agora de sempre), as suas vitórias no SuperBowl (XXI e XXV) com os Giants foram os maiores feitos (e ao alcance de poucos), no entanto, gostaria de salientar que Parcells assumiu o comando de pelo menos 3 equipas com recordes muito negativos (Patriots, Jets e Cowboys) tendo resultados imediatos na época seguinte (pelo menos), no entanto, Parcells nunca se fixou em nenhuma destas equipas já que “chocava” sempre com os Donos das mesmas, por querer mais e mais poder…

Assim sendo, e dado não me querer alongar nas carreiras dos outros novos membros, posso dizer que a Turma deste ano, não foi aquela que tinha mais Glamour, sendo até aquela que nos últimos anos teve os elementos mais controversos…

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One comment on “Triptico do NFLemPT para a 2ª semana de Agosto

  1. comentando as lesões e não querendo apenas colocar numa hipótese de falta de sorte/azar, penso que é quase isso…. desde de logo as equipas técnicas da NFL e os seus camiões de técnicos e especialistas já devem ter encontrado as melhores formas de metodologias para aliar segurança-competitividade. É claro que tem de se encontrar um meio termo para potenciar a qualidade do treino, diminuindo a probabilidade de os jogadores contraírem lesões. os primeiros treinos serão mais leves, pois na primeira semana não se vai andar a placar violentamente, pois os jogadores estão ainda em baixo de forma e mais propensos a lesões, mas ao longo do avançar da pré-época a componente competitiva tem de entrar. Agora haver lesões ou não é muitas vezes uma questão de sorte/azar que pode acontecer a qualquer um em qualquer situação, apesar de neste desporto ser mais propenso, como sabemos…. por isso e passando ao seguinte por ser um desporto propenso a lesões e por jogadores utilizarem esse argumento para ganhar muitos €€€€, o facto de se queixarem e pedirem indeminizações não é correto na maior parte dos casos….

    quanto ao “hall of fame”, só comecei a assistir á NFL pouco antes dos 2010, por isso não tenho grande opinião dos jogadores selecionados, talvez na classe de 2020/2025 já conheça alguns nomes presentes de os ter visto jogar!

    referindo só um tema anterior acerca do nome dos “redskins”, acho que o nome de qualquer equipa, tem uma história, uma referência e que isso não deveria ser esquecido, e claro também o impacto económico do nome do clube tem de ser levado em conta.

    PS: os cowboys ganharam o 1º jogo de pre-season (bem sei que nada diz, bem como os próximos), mas a “pica” de voltar a ver NFL era tanta e mesmo sendo um jogo quase de brincadeira, fiquei entusiasmado com o jogo em corrida, ainda falta o murray (que espero que não se lesione), espero que o jogo em corrida continue a funcionar e possa ser aproveitado para “obrigar” o romo a ter de fazer menos passes e menos passes de risco, dando-lhe maior tranquilidade e fazer com que erre menos….

    o fim da espn america é horrível…. agora tem de ser á candonga na net, não sei bem como funciona o “game pass” do nfl.com, mas não é nada barato….

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