Porrada! Porrada! (e faltam três semanas)

Nada disto é novo, e acontece todos os anos, pré época, durante a época e se for preciso nos playoffs.
Coloquem duas locomotivas em rota de colisão, dois egos maiores do que o que os capacetes de futebol Americano consigam conter, e uma competitividade acima do normal, e temos os ingredientes para começar tudo à porrada.

Vimos isso quando Dez Bryant começou a desferir golpes ao colega Tyler Patmon, ou quando Cam Newton começou uma cena de agarranços e empurrões com Josh Norman.

dezfightE este tipo de comportamento nem precisa de ser só entre colegas de equipas. Muitas vezes em treinos conjuntos, lá têm duas equipas de se desentenderem e começarem também a marcarem posição em relação a não se sentirem intimidados pelos outros do outro lado da line of scrimmage.

houwasfightMas enquanto as coisas ficam por demonstrações de machismo, necessidade de afirmação, e descarregar de tensões, tudo bem. Aliás, até produz o habitual “é bom ver os jogadores empenhados”, ou que os “jogadores estão a dar o seu máximo”, ou “estão a preparar-se para a intensidade da época”.
Mas quando um murro vale 6 a 10 semanas de ausência de um jogador que custa um 1,368,983 dólares e que é o quarteback da equipa (mesmo que não seja realmente, não é isso que está em discussão) a coisa torna-se mais complicada.

genoÉ verdade que o que aconteceu entre Ikemefuna Enemkpali e Geno Smith não foi uma situação em campo. E tinha a ver com dinheiros emprestados. Mas esta é uma realidade que se pode estender para outros jogadores, noutras situações, mas com o mesmo a perder.

Aaron Rodgers veio logo dizer que este tipo de coisas é normal, ou Jerry Jones que disse que estava contente por ver Dez numa luta, mas se é um destes jogadores a ficar seriamente lesionado e são muitos milhões de dólares pela pia abaixo. Já chegam bem as lesões na pré época, onde muitas vezes perdemos jogadores que são importantes para a NFL.

Mas em contrapartida, há de haver pessoal que anda resolver sempre tudo ao murro. Vamos ver se as organizações vão começar a lidar com isto mais diretamente. Por exemplo, em campo, os QB’s usam uma camisola vermelha que significa “off limits” (quem não se lembra da cena do filme “The Replacements” com Keanu Reeves).

Podemos avançar para uma política de “não há porrada nas instalações”?
Vamos a ver.

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