Dentro da Press Room Week17-2017

Faça a sua passagem de ano connosco!!

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Vamos ter animação, emoção, divertimento e muitas passas para dar!

Com a presença dos DJ’s, Ricardo Silvestre e Edgar Silva, que vão tocar os grandes êxitos até depois da meia noite passar!!

A grande festa inicia-se às 18h!

E para o começo alugámos um salão pequeno (como tal, não se atrasem a fazer as reservas), um tal de US Bank, para arrancarmos com o entretenimento.

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Iremos ver se os Vikings conseguem o segundo lugar na Conferência Nacional (uma vez os Saints e Panthers ainda podem lhe roubar o lugar), num jogo contra os rivais de Divisão, os Chicago Bears.

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Depois vamos nos mudar para a discoteca da moda, o novíssimo Mercedes-Benz Stadium, com muitos écrans gigantes para vermos a contagem para a passagem de ano.

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Desta vez, vamos ver se os Falcons se tornam uma abóbora ao tocar da meia-noite, ou se pelo contrário, têm um convite para o grande baile que são os playoffs. Para isso precisam de ganhar aos rivais de Divisão, os Panthers, para não estarem dependentes do resultado dos Seattle, que jogam em casa contra os Cardinals.

Já Carolina está na luta pela vitória da NFC-Sul, que dará um jogo em casa no Wild Card Weekend, em disputa directa com os New Orleans Saints que vão estar em Tampa Bay à mesma hora.

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Vamos estar em vários campos, a dar tudo o que precisa saber nesta última semana de época regular.

Não encontrará melhor maneira de entrar em 20018 do que a ver jogos que vão definir quem vai entrar no ano novo com o pé direito (ou com dois pés, ou com a anca, ou o cotovelo, ou o que for que passa por um passe completo nos dias de hoje na NFL), ou quem vai para casa já a pensar na passagem de ano de 2019.

2018

E é de aproveitar, pois a entrada de um ano novo significa que já começamos a contar, pelos dedos da mão, os jogos que restam até ao Super Bowl .

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Dentro da Press Room Week16-2017

Esta semana temos um Dentro da Press Room diferente.

Com a chegada da Semana 16, deixam de haver jogos à quinta-feira e isso reflecte-se também na programação da Sporttv. Porém, em contrapartida temos um jogo sábado em “horário nobre” (e em directo!)

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Baltimore com 8 vitórias e 6 derrotas (8-6) está à distância de um deslize de Tennessee ou Bbuffalo para entrar nos playoffs a caminho da última semana da época regular (o que pode facilmente acontecer aos Bills que vão jogar a New England, ou os Titans que jogam contra os Rams). O último jogo dos Ravens é contra Cincy, e não vemos Baltimore a perder estes dois jogos.

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Na tarde de Consoada, temos outro jogo muito importante para o alinhamento dos playoffs. Atlanta e New Orleans estão com vantagem, mas quem perder neste jogo vai ficar com os Lions e Cowboys (se estes ganharem) à perna. Para além disso é um duelo Divisional que é sempre competitivo.

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Terminamos este fim-de-semana com um jogo na noite de Natal, e para ver como reage Pittsburgh à derrota contra os Patriots, e para manter-se na luta pelo topo da Conferência Americana, esperando que Bills ou Dolphins possam fazer uma surpresa, ido ganhar a New England.

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Muito bacalhau, muitas rabanadas e filhoses, e muitas prendinhas no sapatinho da equipa do NFLemPT.

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Todas as previsões para os playoffs!

Olá a todos

Agora que estamos a 4 semanas dos playoffs (como?! Já??!), fizemos um vídeo com as previsões de todos os jogos que faltam para o resto da época regular, quem os vai ganhar e quem se apura para a segunda parte da época, e em que seed.

E hoje estejam connosco para mais um jogo na Sporttv que promete ser muito competitivo, Eages@Rams

O USsportsEmPT pode ser encontrado no Youtube (façam subscribe) e façam follow na página de Facebook

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Dentro da Press Room Week14-2017

Durante muitas décadas, uma das características do hóquei em gelo, versão NHL, era a necessidade das equipa terem “enforcers”. Essa era a função de jogadores que com pouca capacidade técnica ou disponibilidade atlética para patinar e marcar golos, entravam no gelo para proteger os jogadores virtuosos de serem alvo de choques mais violentos pelos adversários. Alguns exemplos conhecidos são o de Clark Gillies a proteger  Mike Bossy e Bryan Trottier durante os anos 80 com os Islanders, ou Marty McSorley a proteger o Great One em Edmonton.

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No entanto, essa necessidade começou a ser progressivamente abandonada à medida que a Liga começou a ser cada vez menos tolerante com impactos violentos no gelo, pugilato para se marca uma posição. Desenvolveram-se novas regras, e foi pedido aos árbitros uma intervenção mais directa para impedir, ou controlar, situações violentas. Os “saudosistas” da “velha escola” da NHL queixam-se que o jogo perdeu algo de essencial, e algum do entusiasmo de antigamente, mas as mudanças vieram para ficar, e não há maneira de fazer voltar atrás o relógio.

No final do jogo desta segunda-feira na NFL, entre Steelers e Bengals, Lisa Salters da ESPN perguntou a Roethlisberger: “Como pode explicar a maldade e a brutalidade que observamos neste jogo?”. O quarterback dos Steelers respondeu “é o football da AFC Norte”.

Esta é a resposta errada, e uma mentalidade que precisa de mudar na NFL, como mudou na NHL.

No quarto período do mesmo jogo, o receiver dos Steelers, JuJu Smith-Schuster, fez um bloqueio com violência desnecessária, sem o jogador adversário estar à espera que isso acontecesse e por causa disso estar desprotegido (o  linebacker dos Bengals, Vontaze Burfict). Depois do bloqueio, o jogador dos Steelers ficou por cima do adversário, numa atitude de afronta e arrogância.  A resposta da Liga foi suspender o jogador por um jogo por “actos perigosos e anti-desportivos”.

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Seis jogadas depois, o reciever dos Steelers António Brown recebeu um passe para touchdown, e foi atingido pelo safety dos Bengals, George Iloka, capacete com capacete, com o defesa a lançar-se para a placagem, liderando com o capacete, com o intuito claro de tentar magoar o adversário. Iloka foi também suspenso pela Liga com um jogo, com o jogador a apelar da decisão e esta a ser reduzida para uma multa de $36,464.

Até mesmo um defensor acérrimo da Liga e dos jogadores, como é o caso do comentador da ESPN, Jon Gruden, sentiu a necessidade de dizer no ar, durante a transmissão, “eu não gosto de ver este tipo de jogo”. E isso vindo de Gruden!!

Tal como na NHL, algumas rivalidades mais violentas é que tem trazido alterações. Os duelos entre Bengals-Steelers têm sido férteis em controvérsias que conduzem a alterações. A Carson Palmer Rule foi introduzida em 2006 para impedir que os quarterbacks sejam placados na zona dos joelhos, a Hines Ward Rule proibe bloqueios parecidos com o que aconteceu com JuJu Smith-Schuster. Ryan Shazier também criou a sua “regra”, por ter usado o topo do capacete para placar o running back dos Bengals, Giovani Bernard, que sofreu nessa jogada um traumatismo craniano.

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A NFL deve punir, e punir de uma forma exemplar estes comportamentos, tanto “ocasionais” como foi o caso de Gronkowski, como em “retribuição”, no caso de rivalidades ou “contas a ajustar”. Também como na NHL, o que acontecerá é que alguns “puristas” irão protestar que a Liga se está a tornar menos física e violenta, mas ainda bem, e quanto mais rápido, melhor, para que não se afaste a grande maioria dos espectadores da modalidade.